sexta-feira, 3 de julho de 2009

A Escola do Design e o “despertar de Napoleão”.

Esta vertente define a estratégia como um processo deliberado de concepção. Tem forte similaridade com as táticas militares, a partir da melhor combinação entre estratégia e o uso das armas. Nesse caso, como ilustrou o professor, o grande arquiteto da guerra, Napoleão, teve seus exércitos derrubados pelo duque de Wellington por causa de simples sacos de pregos. Isso mostra que um bom estrategista não prescinde de ser um bom tático, porém nem todo bom tático será um bom estrategista.

Nas organizações, o bom estrategista busca compreender o estado da natureza e articular os aspectos sob controle (pontos fortes e fracos) e fora de controle (oportunidades e ameaças)- Análise S.W.O.T. Ele sabe que é necessário mitigar os riscos e ampliar as ações de melhoria na trajetória para alcance dos objetivos.

Como crítica a esta escola, destaca-se o princípio do centralismo e da inércia decisória, que condena ao fracasso. Além disso, a separação entre o pensamento estratégico e a execução das ações que cria uma visão mecanicista da realidade.

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