O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) é uma empresa pública federal brasileira, vinculada ao Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, que tem por objetivo apoiar empreendimentos que visem o desenvolvimento nacional, sediado no Rio de Janeiro. Seu atual presidente é Luciano Coutinho.
O BNDES foi criada pela Lei nº 1.628 de 20 de junho de 1952, como uma autarquia federal. Posteriormente foi enquadrado, pela Lei nº 5.662, de 21 de junho de 1971, como uma empresa pública federal, com personalidade jurídica de direito privado e patrimônio próprio.
Suas linhas de financiamentos contemplam empréstimos de longo prazo a custos financeiros menores do que a média dos praticados no mercado varejista, desenvolvendo projetos de investimentos e a comercialização de máquinas e equipamentos novos, fabricados no país, bem como para o incentivo ao aumento das exportações brasileiras.
Suas linhas de financiamento contribuem também para o fortalecimento da estrutura de capital das empresas privadas e desenvolvimento do mercado de capitais.
As linhas de apoio financeiro e os programas do BNDES atendem às necessidades e anseios de investimentos das empresas de qualquer porte e setor, desde que estabelecidas no país e a parceria com instituições financeiras, com agências estabelecidas em todo o país, permite a disseminação do crédito, possibilitando um maior acesso aos recursos do BNDES.
Prêmio BNDES de Economia
O BNDES já realizou 29 edições do Prêmio BNDES de Economia, que premia pesquisas brasileiras na área econômica.
FONTE: Wikipédia
sexta-feira, 2 de outubro de 2009
sexta-feira, 7 de agosto de 2009
Ecoeficiência
A ecoeficiência pode ser obtida através da união entre, o fornecimento de bens e serviços qualificados a preços competitivos que satisfaçam as necessidades humanas, e a redução do impacto ambiental e de consumo de recursos naturais.
Ecoeficiência define-se no âmbito da poluição ambiental, e defende que um sistema ecoeficiente é aquele que consegue produzir mais e melhor, com menores recursos e menores resíduos. Para tal, pressupõem-se sete elementos fundamentais para a ecoeficiência:
1. Minimizar a intensidade de materiais dos bens e serviços;
2. Minimizar a intensidade energética de bens e serviços;
3. Minimizar a dispersão de tóxicos;
4. Fomentar a reciclabilidade dos materiais;
5. Maximizar a utilização sustentável de recursos renováveis;
6. Estender a durabilidade dos produtos;
7. Aumentar a intensidade de serviço dos bens e serviços;
8. Promover a educação dos consumidores para um uso mais racional dos recursos naturais e energéticos.
Exemplos de medidas de ecoeficiência
• Substituir equipamentos convencionais por produtos com fechamento automático ajuda a amenizar o problema de escassez da água;
• Optar por formas alternativas de geração de energia;
• Implantar sistema de iluminação automático, reduzindo, gastos supérfluos de luz;
• Substituir lâmpadas convencionais por lâmpadas de baixo consumo;
• Separar os resíduos;
• Resíduos sólidos devem ser reduzidos, reciclados e reutilizados;
• Fazer a compostagem de resíduos orgânico;
• Desenvolver ações sociais, envolvendo a comunidade local e, se possível, expandir os programas à toda a sociedade;
• Políticas de reflorestamento.
Implantar um sistema de gestão ambiental em uma empresa, diminui custos, evita riscos ambientais, gera diferencial competitivo, evita riscos à saúde dos funcionários e clientes, alcança a conformidade legal, reduz a poluição, garante a manutenção de recursos naturais e motiva as pessoas envolvidas a engajarem nas questões ambientais.Algo que tem sido praticado em muitos hotéis como medida ecoeficiente é o incentivo á reutilização de toalhas e roupas de cama.
FONTE: WIKIPÉDIA - www.pt.wikipedia.org
Ecoeficiência define-se no âmbito da poluição ambiental, e defende que um sistema ecoeficiente é aquele que consegue produzir mais e melhor, com menores recursos e menores resíduos. Para tal, pressupõem-se sete elementos fundamentais para a ecoeficiência:
1. Minimizar a intensidade de materiais dos bens e serviços;
2. Minimizar a intensidade energética de bens e serviços;
3. Minimizar a dispersão de tóxicos;
4. Fomentar a reciclabilidade dos materiais;
5. Maximizar a utilização sustentável de recursos renováveis;
6. Estender a durabilidade dos produtos;
7. Aumentar a intensidade de serviço dos bens e serviços;
8. Promover a educação dos consumidores para um uso mais racional dos recursos naturais e energéticos.
Exemplos de medidas de ecoeficiência
• Substituir equipamentos convencionais por produtos com fechamento automático ajuda a amenizar o problema de escassez da água;
• Optar por formas alternativas de geração de energia;
• Implantar sistema de iluminação automático, reduzindo, gastos supérfluos de luz;
• Substituir lâmpadas convencionais por lâmpadas de baixo consumo;
• Separar os resíduos;
• Resíduos sólidos devem ser reduzidos, reciclados e reutilizados;
• Fazer a compostagem de resíduos orgânico;
• Desenvolver ações sociais, envolvendo a comunidade local e, se possível, expandir os programas à toda a sociedade;
• Políticas de reflorestamento.
Implantar um sistema de gestão ambiental em uma empresa, diminui custos, evita riscos ambientais, gera diferencial competitivo, evita riscos à saúde dos funcionários e clientes, alcança a conformidade legal, reduz a poluição, garante a manutenção de recursos naturais e motiva as pessoas envolvidas a engajarem nas questões ambientais.Algo que tem sido praticado em muitos hotéis como medida ecoeficiente é o incentivo á reutilização de toalhas e roupas de cama.
FONTE: WIKIPÉDIA - www.pt.wikipedia.org
O que é o Plano de Negócios?
Prof. Dr. José Dornelas
O plano de negócios é um documento usado para descrever seu negócio. As seções que compõem um Plano de Negócios geralmente são padronizadas para facilitar o entendimento. Cada uma das seções do plano tem um propósito específico. Um Plano de Negócios para uma pequena empresa pode ser menor que o de uma grande organização, não ultrapassando talvez 10-12 páginas. Muitas seções podem ser mais curtas que outras e até ser menor que uma única página de papel.
Mas para se chegar ao formato final geralmente são feitas muitas versões e revisões do Plano até que esteja adequado ao público alvo do mesmo. Não existe uma estrutura rígida e específica para se escrever um Plano de Negócios, porém, qualquer Plano de Negócios deve possuir um mínimo de seções as quais proporcionam um entendimento completo do negócio. Estas seções são organizadas de forma a manter uma seqüência lógica que permita a qualquer leitor do Plano de Negócios entender como sua empresa é organizada, seus objetivos, seus produtos e serviços, seu mercado, sua estratégia de marketing e sua situação financeira.
A seguir, encontra-se uma proposta de estrutura para a confecção de um Plano de Negócios. Seu formato foi obtido a partir da análise de várias publicações, artigos, livros e Planos de Negócios reais utilizados por várias empresas. No entendimento do autor deste manual, essa proposta de estrutura é a que melhor se aplica à situação geral das empresas brasileiras. Porém, dependendo do público alvo de seu Plano de Negócios, você provavelmente terá que apresentar estruturas distintas da aqui proposta. No entanto, as informações normalmente requisitadas poderão ser extraídas desse modelo.
Estrutura de um Plano de Negócios
O Plano de Negócios é composto por várias seções que se relacionam e permitem um entendimento global do negócio de forma escrita e em poucas páginas. Como já foi mencionado, este padrão de estrutura de um Plano de Negócios foi definido com base em estudos e observação de Planos de Negócios de empresas reais. Assim, acredita-se que esta estrutura proposta está adequada ao propósito deste manual, que foca esse público alvo.
Cada seção está explicada em detalhes ao longo deste manual visando tornar a tarefa de escrever o Plano de Negócios de sua empresa mais simples e organizada. A seguir, encontra-se uma descrição sucinta de cada uma das seções do Plano de Negócios.
- Capa
A capa, apesar de não parecer, é uma das partes mais importantes do Plano de Negócios, pois é a primeira coisa que é visualizada por quem lê o seu Plano de Negócios, devendo portanto ser feita de maneira limpa e com as informações necessárias e pertinentes.
- Sumário
O sumário deve conter o título de cada seção do Plano de Negócios e a página respectiva onde se encontra.
- Sumário Executivo
O Sumário Executivo é a principal seção do seu Plano de Negócios. Através do Sumário Executivo é que o leitor decidirá se continua ou não a ler o seu Plano de Negócios. Portanto, deve ser escrito com muita atenção, revisado várias vezes e conter uma síntese das principais informações que constam em seu Plano de Negócios. Deve ainda ser dirigido ao público alvo do seu Plano de Negócios e explicitar qual o objetivo do Plano de Negócios em relação ao leitor (ex.: requisição de financiamento junto a bancos, capital de risco, apresentação da empresa para potenciais parceiros ou clientes etc.).
O Sumário Executivo deve ser a última seção a ser escrita, pois depende de todas as outras seções do plano para ser feita. - Planejamento Estratégico do Negócio A seção de planejamento estratégico é onde você define os rumos de sua empresa, sua situação atual, suas metas e objetivos de negócio, bem como a descrição da visão e missão de sua empresa. É a base para o desenvolvimento e implantação das demais ações de sua empresa.
- Descrição da Empresa
Nesta seção você deve descrever sua empresa, seu histórico, crescimento/faturamento dos últimos anos, sua razão social, impostos, estrutura organizacional, localização, parcerias, serviços terceirizados etc.
- Produtos e Serviços
Nesta seção do seu Plano de Negócios você deve descrever quais são seus produtos e serviços, como são produzidos, ciclo de vida, fatores tecnológicos envolvidos, pesquisa e desenvolvimento, principais clientes atuais, se detém marca e/ou patente de algum produto etc.
- Análise de Mercado
Na seção de Análise de Mercado, você deverá mostrar que conhece muito bem o mercado consumidor do seu produto/serviço (através de pesquisas de mercado): como está segmentado, as características do consumidor, análise da concorrência, a sua participação de mercado e a dos principais concorrentes, os riscos do negócio etc.
- Plano de Marketing
O Plano de Marketing apresenta como você pretende vender seu produto/serviço e conquistar seus clientes, manter o interesse dos mesmos e aumentar a demanda. Deve abordar seus métodos de comercialização, diferenciais do produto/serviço para o cliente, política de preços, projeção de vendas, canais de distribuição e estratégias de promoção/comunicação e publicidade.
- Plano Financeiro
A seção de finanças deve apresentar em números todas as ações planejadas de sua empresa e as comprovações, através de projeções futuras (quanto precisa de capital, quando e com que propósito), de sucesso do negócio. Deve conter itens como fluxo de caixa com horizonte de 3 anos, balanço, ponto de equilíbrio, necessidades de investimento, lucratividade prevista, prazo de retorno sobre investimentos etc. - Anexos.
Esta seção deve conter todas as informações que você julgar relevantes para o melhor entendimento de seu Plano de Negócios. Por isso, não tem um limite de páginas ou exigências a serem seguidas. A única informação que você não pode esquecer de incluir é a relação dos curriculum vitae dos sócios da empresa.
Você poderá anexar ainda informações como fotos de produtos, plantas da localização, roteiro e resultados completos das pesquisas de mercado que você realizou, material de divulgação de seu negócio, folders, catálogos, estatutos, contrato social da empresa, planilhas financeiras detalhadas etc.
Qual o tamanho ideal de um Plano de Negócios?
Não existe um tamanho ideal ou quantidade exata de páginas para o Plano de Negócios. O que se recomenda é escrever o Plano de Negócios de acordo com as necessidades do público alvo que lerá o Plano de Negócios. Se o leitor for um gerente de banco ou um investidor, por exemplo, ele dará mais ênfase para a parte financeira do plano. Se o leitor for uma instituição de fomento ou governamental, esta enfocará porque você está requisitando a quantidade de recursos solicitada, onde aplicará e como a empresa retornará o capital investido.
Se for um parceiro, este atentará mais para a sua análise de mercado e oportunidades de grandes lucros. Se for um fornecedor, este atentará para a saúde financeira de sua empresa, sua carteira de clientes, o crescimento do seu negócio. Enfim, a estratégia e a quantidade de páginas do Plano de Negócios depende de qual será o seu público alvo.
Mas, para auxiliá-lo nesta tarefa, a seguir encontra-se uma descrição dos possíveis tipos e tamanhos de um Plano de Negócios.
Plano de Negócios Completo: é utilizado quando se pleiteia uma grande quantidade de dinheiro, ou se necessita apresentar uma visão completa do seu negócio. Pode variar de 15 a 40 páginas mais material anexo.
Plano de Negócios Resumido: é utilizado quando se necessita apresentar algumas informações resumidas a um investidor por exemplo, com o objetivo de chamar sua atenção para que ele lhe requisite um Plano de Negócios Completo. Deve mostrar os objetivos macros do negócio, investimentos, mercado e retorno sobre o investimento e deverá focar as informações específicas requisitadas. Geralmente varia de 10 a 15 páginas.
Plano de Negócios Operacional: é muito importante para ser utilizado internamente na empresa pelos diretores, gerentes e funcionários. É excelente para alinhar os esforços internos em direção aos objetivos estratégicos da organização. Seu tamanho pode ser variável e depende das necessidades específicas de cada empresa em termos de divulgação junto aos funcionários.
Independente do tamanho e tipo do Plano de Negócios, sua estrutura deve conter as seções anteriormente apresentadas. Nos demais artigos do site cada seção do Plano de Negócios é explicada em detalhes.
FONTE: www.josedornelas.com.br
O plano de negócios é um documento usado para descrever seu negócio. As seções que compõem um Plano de Negócios geralmente são padronizadas para facilitar o entendimento. Cada uma das seções do plano tem um propósito específico. Um Plano de Negócios para uma pequena empresa pode ser menor que o de uma grande organização, não ultrapassando talvez 10-12 páginas. Muitas seções podem ser mais curtas que outras e até ser menor que uma única página de papel.
Mas para se chegar ao formato final geralmente são feitas muitas versões e revisões do Plano até que esteja adequado ao público alvo do mesmo. Não existe uma estrutura rígida e específica para se escrever um Plano de Negócios, porém, qualquer Plano de Negócios deve possuir um mínimo de seções as quais proporcionam um entendimento completo do negócio. Estas seções são organizadas de forma a manter uma seqüência lógica que permita a qualquer leitor do Plano de Negócios entender como sua empresa é organizada, seus objetivos, seus produtos e serviços, seu mercado, sua estratégia de marketing e sua situação financeira.
A seguir, encontra-se uma proposta de estrutura para a confecção de um Plano de Negócios. Seu formato foi obtido a partir da análise de várias publicações, artigos, livros e Planos de Negócios reais utilizados por várias empresas. No entendimento do autor deste manual, essa proposta de estrutura é a que melhor se aplica à situação geral das empresas brasileiras. Porém, dependendo do público alvo de seu Plano de Negócios, você provavelmente terá que apresentar estruturas distintas da aqui proposta. No entanto, as informações normalmente requisitadas poderão ser extraídas desse modelo.
Estrutura de um Plano de Negócios
O Plano de Negócios é composto por várias seções que se relacionam e permitem um entendimento global do negócio de forma escrita e em poucas páginas. Como já foi mencionado, este padrão de estrutura de um Plano de Negócios foi definido com base em estudos e observação de Planos de Negócios de empresas reais. Assim, acredita-se que esta estrutura proposta está adequada ao propósito deste manual, que foca esse público alvo.
Cada seção está explicada em detalhes ao longo deste manual visando tornar a tarefa de escrever o Plano de Negócios de sua empresa mais simples e organizada. A seguir, encontra-se uma descrição sucinta de cada uma das seções do Plano de Negócios.
- Capa
A capa, apesar de não parecer, é uma das partes mais importantes do Plano de Negócios, pois é a primeira coisa que é visualizada por quem lê o seu Plano de Negócios, devendo portanto ser feita de maneira limpa e com as informações necessárias e pertinentes.
- Sumário
O sumário deve conter o título de cada seção do Plano de Negócios e a página respectiva onde se encontra.
- Sumário Executivo
O Sumário Executivo é a principal seção do seu Plano de Negócios. Através do Sumário Executivo é que o leitor decidirá se continua ou não a ler o seu Plano de Negócios. Portanto, deve ser escrito com muita atenção, revisado várias vezes e conter uma síntese das principais informações que constam em seu Plano de Negócios. Deve ainda ser dirigido ao público alvo do seu Plano de Negócios e explicitar qual o objetivo do Plano de Negócios em relação ao leitor (ex.: requisição de financiamento junto a bancos, capital de risco, apresentação da empresa para potenciais parceiros ou clientes etc.).
O Sumário Executivo deve ser a última seção a ser escrita, pois depende de todas as outras seções do plano para ser feita. - Planejamento Estratégico do Negócio A seção de planejamento estratégico é onde você define os rumos de sua empresa, sua situação atual, suas metas e objetivos de negócio, bem como a descrição da visão e missão de sua empresa. É a base para o desenvolvimento e implantação das demais ações de sua empresa.
- Descrição da Empresa
Nesta seção você deve descrever sua empresa, seu histórico, crescimento/faturamento dos últimos anos, sua razão social, impostos, estrutura organizacional, localização, parcerias, serviços terceirizados etc.
- Produtos e Serviços
Nesta seção do seu Plano de Negócios você deve descrever quais são seus produtos e serviços, como são produzidos, ciclo de vida, fatores tecnológicos envolvidos, pesquisa e desenvolvimento, principais clientes atuais, se detém marca e/ou patente de algum produto etc.
- Análise de Mercado
Na seção de Análise de Mercado, você deverá mostrar que conhece muito bem o mercado consumidor do seu produto/serviço (através de pesquisas de mercado): como está segmentado, as características do consumidor, análise da concorrência, a sua participação de mercado e a dos principais concorrentes, os riscos do negócio etc.
- Plano de Marketing
O Plano de Marketing apresenta como você pretende vender seu produto/serviço e conquistar seus clientes, manter o interesse dos mesmos e aumentar a demanda. Deve abordar seus métodos de comercialização, diferenciais do produto/serviço para o cliente, política de preços, projeção de vendas, canais de distribuição e estratégias de promoção/comunicação e publicidade.
- Plano Financeiro
A seção de finanças deve apresentar em números todas as ações planejadas de sua empresa e as comprovações, através de projeções futuras (quanto precisa de capital, quando e com que propósito), de sucesso do negócio. Deve conter itens como fluxo de caixa com horizonte de 3 anos, balanço, ponto de equilíbrio, necessidades de investimento, lucratividade prevista, prazo de retorno sobre investimentos etc. - Anexos.
Esta seção deve conter todas as informações que você julgar relevantes para o melhor entendimento de seu Plano de Negócios. Por isso, não tem um limite de páginas ou exigências a serem seguidas. A única informação que você não pode esquecer de incluir é a relação dos curriculum vitae dos sócios da empresa.
Você poderá anexar ainda informações como fotos de produtos, plantas da localização, roteiro e resultados completos das pesquisas de mercado que você realizou, material de divulgação de seu negócio, folders, catálogos, estatutos, contrato social da empresa, planilhas financeiras detalhadas etc.
Qual o tamanho ideal de um Plano de Negócios?
Não existe um tamanho ideal ou quantidade exata de páginas para o Plano de Negócios. O que se recomenda é escrever o Plano de Negócios de acordo com as necessidades do público alvo que lerá o Plano de Negócios. Se o leitor for um gerente de banco ou um investidor, por exemplo, ele dará mais ênfase para a parte financeira do plano. Se o leitor for uma instituição de fomento ou governamental, esta enfocará porque você está requisitando a quantidade de recursos solicitada, onde aplicará e como a empresa retornará o capital investido.
Se for um parceiro, este atentará mais para a sua análise de mercado e oportunidades de grandes lucros. Se for um fornecedor, este atentará para a saúde financeira de sua empresa, sua carteira de clientes, o crescimento do seu negócio. Enfim, a estratégia e a quantidade de páginas do Plano de Negócios depende de qual será o seu público alvo.
Mas, para auxiliá-lo nesta tarefa, a seguir encontra-se uma descrição dos possíveis tipos e tamanhos de um Plano de Negócios.
Plano de Negócios Completo: é utilizado quando se pleiteia uma grande quantidade de dinheiro, ou se necessita apresentar uma visão completa do seu negócio. Pode variar de 15 a 40 páginas mais material anexo.
Plano de Negócios Resumido: é utilizado quando se necessita apresentar algumas informações resumidas a um investidor por exemplo, com o objetivo de chamar sua atenção para que ele lhe requisite um Plano de Negócios Completo. Deve mostrar os objetivos macros do negócio, investimentos, mercado e retorno sobre o investimento e deverá focar as informações específicas requisitadas. Geralmente varia de 10 a 15 páginas.
Plano de Negócios Operacional: é muito importante para ser utilizado internamente na empresa pelos diretores, gerentes e funcionários. É excelente para alinhar os esforços internos em direção aos objetivos estratégicos da organização. Seu tamanho pode ser variável e depende das necessidades específicas de cada empresa em termos de divulgação junto aos funcionários.
Independente do tamanho e tipo do Plano de Negócios, sua estrutura deve conter as seções anteriormente apresentadas. Nos demais artigos do site cada seção do Plano de Negócios é explicada em detalhes.
FONTE: www.josedornelas.com.br
Dez Armadilhas nas quais não podemos cair ao preparar o Plano de Negócios
1- Falta de clareza de qual é o negócio;
2- Benefícios para o consumir não estão claros;
3- Falta foco ao negócio;
4- Análise de mercado não confiável ou superficial;
5- Falta de métrica para medir o grau de sucesso do negócio;
6- Modelo de negócios obscuro;
7- Pouco conhecimento sobre os competidores;
8- Pouco conhecimento de suas próprias fraquezas;
9- Investimentos mal programados;
10- Ausência de controles internos.
FONTE: Construindo Plano de Negócios (César Simões Salim e outros)
2- Benefícios para o consumir não estão claros;
3- Falta foco ao negócio;
4- Análise de mercado não confiável ou superficial;
5- Falta de métrica para medir o grau de sucesso do negócio;
6- Modelo de negócios obscuro;
7- Pouco conhecimento sobre os competidores;
8- Pouco conhecimento de suas próprias fraquezas;
9- Investimentos mal programados;
10- Ausência de controles internos.
FONTE: Construindo Plano de Negócios (César Simões Salim e outros)
Sociedade Limitada
A sociedade limitada, em Direito, no Brasil e em Portugal, refere-se à natureza jurídica de uma empresa constituída como sociedade, é quando duas ou mais pessoas se juntam para criar uma empresa, formando uma sociedade, através de um contrato social, onde constará seus atos constitutivos, forma de operação, as normas da empresa e o capital social. este por sua vez será dividido em cotas de capital, o que indica que a responsabilidade pelo pagamento das obrigações da empresa, é limitada à participação dos sócios.
As sociedades limitadas são aquelas cujo capital social é representado por quotas. A responsabilidade dos sócios no investimento é limitada ao montante do capital social investido.
É uma sociedade com uma categoria de sócios, os de responsabilidade limitada, que respondem, tão-somente, pela integralização do capital e, realizando este, sem maior responsabilidade, quer para a sociedade, quer para com terceiros.
A responsabilidade direta de cada sócio limita-se à obrigação de integralizar as cotas que subscreveu, embora exista a obrigação solidária pela integralização das quotas subscritas pelos demais sócios.
As sociedades se caracterizam com o início do nome de um ou mais quotistas, por extenso ou abreviadamente, terminando com a expressão "& Cia. Ltda." (firma ou razão social) ou com o objeto social no nome da empresa, seguindo-se da expressão "Ltda" (denominação), nos termos do art. 1158 do Código Civil Brasileiro.
Caso a palavra "limitada" (por vezes abreviado por Lda., L.da ou Ltda.) não conste do nome da sociedade, presume-se ilimitada a responsabilidade dos sócios, passando a ter as características jurídicas de uma sociedade em nome coletivo.
FONTE: Wikipédia - www.pt.wikipedia.org
As sociedades limitadas são aquelas cujo capital social é representado por quotas. A responsabilidade dos sócios no investimento é limitada ao montante do capital social investido.
É uma sociedade com uma categoria de sócios, os de responsabilidade limitada, que respondem, tão-somente, pela integralização do capital e, realizando este, sem maior responsabilidade, quer para a sociedade, quer para com terceiros.
A responsabilidade direta de cada sócio limita-se à obrigação de integralizar as cotas que subscreveu, embora exista a obrigação solidária pela integralização das quotas subscritas pelos demais sócios.
As sociedades se caracterizam com o início do nome de um ou mais quotistas, por extenso ou abreviadamente, terminando com a expressão "& Cia. Ltda." (firma ou razão social) ou com o objeto social no nome da empresa, seguindo-se da expressão "Ltda" (denominação), nos termos do art. 1158 do Código Civil Brasileiro.
Caso a palavra "limitada" (por vezes abreviado por Lda., L.da ou Ltda.) não conste do nome da sociedade, presume-se ilimitada a responsabilidade dos sócios, passando a ter as características jurídicas de uma sociedade em nome coletivo.
FONTE: Wikipédia - www.pt.wikipedia.org
TIPOS DE SOCIEDADES
O novo código civil, LEI N 10.406, DE 10 DE JANEIRO DE 2002, define os vários tipos de sociedades entre as pessoas:
Sociedade em Comum
São sociedades que ainda não tem seu atos constitutivos inscritos na Junta Comercial ou outro órgão responsável pelo Registro e são regidas pelo Novo Código Civil e pelas normas das sociedades Simples.
Sociedade em Conta de Participação
A sociedade em conta de participação é a sociedade formada entre o sócio ostensivo, uma empresa e os sócios participantes, investidores, para a realização de um determinado negocio. Somente o sócio ostensivo fica responsável perante terceiros pelas obrigações da sociedade, sendo o sócio participante responsável somente perante o sócio ostensivo. Desta forma perante terceiros, fornecedores, funcionários e órgão públicos somente existe o sócio ostensivo e a sociedade somente tem valor entre os sócios. Este tipo de sociedade não necessita de registro basta somente o contrato entre os sócios e qualquer registro que tenha não lhe confere personalidade jurídica.
O sócio participante não pode tomar parte nas relações do sócio ostensivo com terceiros, sob pena de responder solidariamente com este pelas obrigações em que intervier. Podendo contudo fiscalizar a gestão dos negócios sociais.
Aplica-se à sociedade em conta de participação, subsidiariamente e no que com ela for compatível, o disposto para a sociedade simples, e a sua liquidação rege-se pelas normas relativas à prestação de contas, na forma da lei processual.
Em resumo a sociedade em conta de participação é a união formada por uma empresa que seria o sócio ostensivo e os sócios participantes que entram com um certo investimento, para a realização de um negocio. A participação dos sócios deve ser controlada em conta especial e apos apurados os resultados, este será distribuído de acordo com participação de cada sócio.
Sociedade Simples
As sociedades simples são as denominadas anteriormente de Sociedade Civil, e são constituídas com a finalidade de prestação de serviços. Esta sociedade deve ter seus atos constitutivos registrados nos órgãos de Registro.
Estas sociedades são regidas por normas próprias das Sociedades Simples de acordo com o Estabelecido no Novo Código Civil.
Sociedade em Nome Coletivo
As Sociedades em Nome Coletivo são sociedades formadas unicamente por pessoas físicas, sendo que os sócios respondem solidariamente e ilimitadamente pelas obrigações da sociedade. Sem prejuízo da responsabilidade perante terceiros os sócios podem limitar entre si as suas responsabilidades no contrato social.
Esta Sociedade ser regerá pelo Novo Código civil.
Sociedade em Comandita Simples
A sociedade em comandita Simples é uma sociedade formada por dois tipos de sócios os COMANDITADOS, pessoas físicas, responsáveis solidária e ilimitadamente pelas obrigações sociais e os COMANDITARIOS, obrigados somente pelo valor da sua Quota. Neste tipo de contrato devem ser descriminados os sócios Comanditados e os Comanditários.
Os sócios Comanditários não podem praticar atos em nome da sociedade e nem ter seus nomes como parte da firma social, sob pena de ficar sujeito as responsabilidades dos sócios Comanditados.
Estas sociedade regem-se pelas normas da sociedade em Nome Coletivo e pelo Novo Código Civil
Sociedade Limitada
Esta é forma mais comum de sociedade, nela a responsabilidade de cada sócio é restrita ao valor de suas quotas de capital social, mas todos os sócios respondem solidariamente pela integralização do capital social. A sociedade limitada teve grandes alterações com a vigência do Novo Código Civil e é regida pelas normas das Sociedades Simples, podendo os sócios prever a regência supletiva da sociedade limitada pelas normas das Sociedades anônimas.
Com as alterações impostas pelo Novo Código Civil os sócios podem designar administradores não sócios mediante instrumento que deverá ser arquivado junto aos atos constitutivos. Poderão ainda os sócios constituir um conselho fiscal composto por sócios ou não.
Os sócios poderão deliberar sobre os assuntos da sociedade em Assembléias ou em reuniões, sendo que para as sociedade com mais de 10 sócios é obrigatória a Assembléia.
Sociedade Anônima
Na sociedade anônima ou companhia, o capital é divido em ações, obrigam-se cada sócio ou acionista somente pelo preço de emissão das ações que subscrever ou adquirir.
A sociedade anônima rege-se por Lei Especial Lei 6.404/76)
A Sociedade anônima ainda possui normas, regulamentos e obrigações acessórias muito complexas sendo utilizado principalmente por grandes corporações, as empresas menores que necessitam de maior agilidade nas tomadas de decisões preferem a Sociedade Limitada, que ainda é bem mais simples, mesmo com as alterações introduzidas pelo Novo Código Civil.
Sociedade em Comandita por Ações
A sociedade em comandita por ações tem o capital dividido em ações, regendo-se pelas normas relativas à sociedade anônima, e opera sob firma ou denominação. Somente o acionista tem qualidade para administrar a sociedade e, como diretor, responde subsidiária e ilimitadamente pelas obrigações da sociedade. Os diretores serão nomeados no ato constitutivo da sociedade, sem limitação de tempo, e somente poderão ser destituídos por deliberação de acionistas que representem no mínimo dois terços do capital social.
Sociedade Cooperativa
A sociedade cooperativa reger-se-á pelo disposto no Novo Código Civil, ressalvada a legislação especial. São características da sociedade cooperativa:
I - variabilidade, ou dispensa do capital social;
II - concurso de sócios em número mínimo necessário a compor a administração da sociedade, sem limitação de número máximo;
III - limitação do valor da soma de quotas do capital social que cada sócio poderá tomar;
IV - intransferibilidade das quotas do capital a terceiros estranhos à sociedade, ainda que por herança;
V - quorum, para a assembléia geral funcionar e deliberar, fundado no número de sócios presentes à reunião, e não no capital social representado;
VI - direito de cada sócio a um só voto nas deliberações, tenha ou não capital a sociedade, e qualquer que seja o valor de sua participação;
II - distribuição dos resultados, proporcionalmente ao valor das operações efetuadas pelo sócio com a sociedade, podendo ser atribuído juro fixo ao capital realizado;
VIII - indivisibilidade do fundo de reserva entre os sócios, ainda que em caso de dissolução da sociedade.
Na sociedade cooperativa, a responsabilidade dos sócios pode ser limitada ou ilimitada.
É limitada a responsabilidade na cooperativa em que o sócio responde somente pelo valor de suas quotas e pelo prejuízo verificado nas operações sociais, guardada a proporção de sua participação nas mesmas operações.
É ilimitada a responsabilidade na cooperativa em que o sócio responde solidária e ilimitadamente pelas obrigações sociais.
No que a lei for omissa, aplicam-se as disposições referentes à sociedade simples, resguardadas as características estabelecidas no art. 1.094.
FONTE: http://www.volpe.com.br/tipos_de_sociedades.htm
Sociedade em Comum
São sociedades que ainda não tem seu atos constitutivos inscritos na Junta Comercial ou outro órgão responsável pelo Registro e são regidas pelo Novo Código Civil e pelas normas das sociedades Simples.
Sociedade em Conta de Participação
A sociedade em conta de participação é a sociedade formada entre o sócio ostensivo, uma empresa e os sócios participantes, investidores, para a realização de um determinado negocio. Somente o sócio ostensivo fica responsável perante terceiros pelas obrigações da sociedade, sendo o sócio participante responsável somente perante o sócio ostensivo. Desta forma perante terceiros, fornecedores, funcionários e órgão públicos somente existe o sócio ostensivo e a sociedade somente tem valor entre os sócios. Este tipo de sociedade não necessita de registro basta somente o contrato entre os sócios e qualquer registro que tenha não lhe confere personalidade jurídica.
O sócio participante não pode tomar parte nas relações do sócio ostensivo com terceiros, sob pena de responder solidariamente com este pelas obrigações em que intervier. Podendo contudo fiscalizar a gestão dos negócios sociais.
Aplica-se à sociedade em conta de participação, subsidiariamente e no que com ela for compatível, o disposto para a sociedade simples, e a sua liquidação rege-se pelas normas relativas à prestação de contas, na forma da lei processual.
Em resumo a sociedade em conta de participação é a união formada por uma empresa que seria o sócio ostensivo e os sócios participantes que entram com um certo investimento, para a realização de um negocio. A participação dos sócios deve ser controlada em conta especial e apos apurados os resultados, este será distribuído de acordo com participação de cada sócio.
Sociedade Simples
As sociedades simples são as denominadas anteriormente de Sociedade Civil, e são constituídas com a finalidade de prestação de serviços. Esta sociedade deve ter seus atos constitutivos registrados nos órgãos de Registro.
Estas sociedades são regidas por normas próprias das Sociedades Simples de acordo com o Estabelecido no Novo Código Civil.
Sociedade em Nome Coletivo
As Sociedades em Nome Coletivo são sociedades formadas unicamente por pessoas físicas, sendo que os sócios respondem solidariamente e ilimitadamente pelas obrigações da sociedade. Sem prejuízo da responsabilidade perante terceiros os sócios podem limitar entre si as suas responsabilidades no contrato social.
Esta Sociedade ser regerá pelo Novo Código civil.
Sociedade em Comandita Simples
A sociedade em comandita Simples é uma sociedade formada por dois tipos de sócios os COMANDITADOS, pessoas físicas, responsáveis solidária e ilimitadamente pelas obrigações sociais e os COMANDITARIOS, obrigados somente pelo valor da sua Quota. Neste tipo de contrato devem ser descriminados os sócios Comanditados e os Comanditários.
Os sócios Comanditários não podem praticar atos em nome da sociedade e nem ter seus nomes como parte da firma social, sob pena de ficar sujeito as responsabilidades dos sócios Comanditados.
Estas sociedade regem-se pelas normas da sociedade em Nome Coletivo e pelo Novo Código Civil
Sociedade Limitada
Esta é forma mais comum de sociedade, nela a responsabilidade de cada sócio é restrita ao valor de suas quotas de capital social, mas todos os sócios respondem solidariamente pela integralização do capital social. A sociedade limitada teve grandes alterações com a vigência do Novo Código Civil e é regida pelas normas das Sociedades Simples, podendo os sócios prever a regência supletiva da sociedade limitada pelas normas das Sociedades anônimas.
Com as alterações impostas pelo Novo Código Civil os sócios podem designar administradores não sócios mediante instrumento que deverá ser arquivado junto aos atos constitutivos. Poderão ainda os sócios constituir um conselho fiscal composto por sócios ou não.
Os sócios poderão deliberar sobre os assuntos da sociedade em Assembléias ou em reuniões, sendo que para as sociedade com mais de 10 sócios é obrigatória a Assembléia.
Sociedade Anônima
Na sociedade anônima ou companhia, o capital é divido em ações, obrigam-se cada sócio ou acionista somente pelo preço de emissão das ações que subscrever ou adquirir.
A sociedade anônima rege-se por Lei Especial Lei 6.404/76)
A Sociedade anônima ainda possui normas, regulamentos e obrigações acessórias muito complexas sendo utilizado principalmente por grandes corporações, as empresas menores que necessitam de maior agilidade nas tomadas de decisões preferem a Sociedade Limitada, que ainda é bem mais simples, mesmo com as alterações introduzidas pelo Novo Código Civil.
Sociedade em Comandita por Ações
A sociedade em comandita por ações tem o capital dividido em ações, regendo-se pelas normas relativas à sociedade anônima, e opera sob firma ou denominação. Somente o acionista tem qualidade para administrar a sociedade e, como diretor, responde subsidiária e ilimitadamente pelas obrigações da sociedade. Os diretores serão nomeados no ato constitutivo da sociedade, sem limitação de tempo, e somente poderão ser destituídos por deliberação de acionistas que representem no mínimo dois terços do capital social.
Sociedade Cooperativa
A sociedade cooperativa reger-se-á pelo disposto no Novo Código Civil, ressalvada a legislação especial. São características da sociedade cooperativa:
I - variabilidade, ou dispensa do capital social;
II - concurso de sócios em número mínimo necessário a compor a administração da sociedade, sem limitação de número máximo;
III - limitação do valor da soma de quotas do capital social que cada sócio poderá tomar;
IV - intransferibilidade das quotas do capital a terceiros estranhos à sociedade, ainda que por herança;
V - quorum, para a assembléia geral funcionar e deliberar, fundado no número de sócios presentes à reunião, e não no capital social representado;
VI - direito de cada sócio a um só voto nas deliberações, tenha ou não capital a sociedade, e qualquer que seja o valor de sua participação;
II - distribuição dos resultados, proporcionalmente ao valor das operações efetuadas pelo sócio com a sociedade, podendo ser atribuído juro fixo ao capital realizado;
VIII - indivisibilidade do fundo de reserva entre os sócios, ainda que em caso de dissolução da sociedade.
Na sociedade cooperativa, a responsabilidade dos sócios pode ser limitada ou ilimitada.
É limitada a responsabilidade na cooperativa em que o sócio responde somente pelo valor de suas quotas e pelo prejuízo verificado nas operações sociais, guardada a proporção de sua participação nas mesmas operações.
É ilimitada a responsabilidade na cooperativa em que o sócio responde solidária e ilimitadamente pelas obrigações sociais.
No que a lei for omissa, aplicam-se as disposições referentes à sociedade simples, resguardadas as características estabelecidas no art. 1.094.
FONTE: http://www.volpe.com.br/tipos_de_sociedades.htm
As ferramentas de análise e controle financeiro
Dicas para a utilização dos instrumentos de análise, controle e planejamento financeiro
Em muitas empresas de pequeno porte, o proprietário coloca a organização em segundo plano, dando prioridade às operações diárias de produzir e/ou vender. É comum encontrar empresas que não conhecem os valores exatos a receber no dia. Para obter essa informação com precisão, perde-se muito tempo buscando informações anotadas em diversos lugares.
Em outros casos, não se elabora um controle de caixa que permita apurar se todos os recebimentos e pagamentos estão corretos e se o saldo em caixa confere com as entradas e saídas de recursos.
Se o empreendedor não anota e não conhece corretamente as despesas, é impossível projetar valores a gastar, planejar reduções e controlar para que as despesas não saiam dos limites estipulados. Não é possível uma empresa sobreviver sem que haja uma boa organização das informações necessárias à gestão financeira do negócio.
Instrumentos
Os principais instrumentos de análise e planejamento financeiro das empresas são:
- Fluxo de caixa - indica os recebimentos e os pagamentos a serem realizados e apura o saldo disponível de caixa na data efetiva de recebimento ou pagamento;
- Demonstrativo de resultados - indica o volume de vendas, o custo das mercadorias vendidas, as despesas variáveis, as despesas fixas, e apura o lucro líquido por meio do regime de competência no momento em que esses eventos ocorrem, independentemente de seu recebimento ou pagamento;
- Balanço patrimonial - indica os valores do ativo, do passivo e apura o valor do patrimônio líquido da empresa.
Recomendações
- Seja rigoroso na atualização dos dados financeiros. Evite fazer "pela metade". Cobre do funcionário eventuais erros e discordâncias dos valores encontrados;
- Diariamente, escolha um dos controles (por exemplo, contas a pagar) e confira se todos os lançamentos estão de acordo com os documentos (por exemplo, notas fiscais) que os geraram;
- Estime um valor mensal de lucro, em Reais, considerado bom para a remuneração do capital;
- É importante observar que o planejamento pode ser feito com metas para outros prazos – como para o trimestre ou semestre – e que, para que o planejamento financeiro funcione, é preciso estabelecer metas realistas, que possam ser alcançadas;
- Caso tenha computador, elabore planilhas de Controle de Caixa, de Controle de Conta Corrente, de Contas a Receber e de Contas a Pagar de forma organizada.
Fonte: Sebrae/NA
Em muitas empresas de pequeno porte, o proprietário coloca a organização em segundo plano, dando prioridade às operações diárias de produzir e/ou vender. É comum encontrar empresas que não conhecem os valores exatos a receber no dia. Para obter essa informação com precisão, perde-se muito tempo buscando informações anotadas em diversos lugares.
Em outros casos, não se elabora um controle de caixa que permita apurar se todos os recebimentos e pagamentos estão corretos e se o saldo em caixa confere com as entradas e saídas de recursos.
Se o empreendedor não anota e não conhece corretamente as despesas, é impossível projetar valores a gastar, planejar reduções e controlar para que as despesas não saiam dos limites estipulados. Não é possível uma empresa sobreviver sem que haja uma boa organização das informações necessárias à gestão financeira do negócio.
Instrumentos
Os principais instrumentos de análise e planejamento financeiro das empresas são:
- Fluxo de caixa - indica os recebimentos e os pagamentos a serem realizados e apura o saldo disponível de caixa na data efetiva de recebimento ou pagamento;
- Demonstrativo de resultados - indica o volume de vendas, o custo das mercadorias vendidas, as despesas variáveis, as despesas fixas, e apura o lucro líquido por meio do regime de competência no momento em que esses eventos ocorrem, independentemente de seu recebimento ou pagamento;
- Balanço patrimonial - indica os valores do ativo, do passivo e apura o valor do patrimônio líquido da empresa.
Recomendações
- Seja rigoroso na atualização dos dados financeiros. Evite fazer "pela metade". Cobre do funcionário eventuais erros e discordâncias dos valores encontrados;
- Diariamente, escolha um dos controles (por exemplo, contas a pagar) e confira se todos os lançamentos estão de acordo com os documentos (por exemplo, notas fiscais) que os geraram;
- Estime um valor mensal de lucro, em Reais, considerado bom para a remuneração do capital;
- É importante observar que o planejamento pode ser feito com metas para outros prazos – como para o trimestre ou semestre – e que, para que o planejamento financeiro funcione, é preciso estabelecer metas realistas, que possam ser alcançadas;
- Caso tenha computador, elabore planilhas de Controle de Caixa, de Controle de Conta Corrente, de Contas a Receber e de Contas a Pagar de forma organizada.
Fonte: Sebrae/NA
sexta-feira, 31 de julho de 2009
Construindo um Plano de Negócios a partir dos “5 Cs” do Crédito
1)Caráter: imagem e idoneidade cadastral da empresa e titulares.
2)Capacidade: fluxo de caixa e geração de capital.
3)Capital: estruturação de ativos que permitam a geração.
4)Colaterais: ativos reais oferecidos em garantia de capital.
5)Condições: conjunto de circunstâncias que influenciam o negócio (macroeconomia).
Em regra geral para captação, considera-se dois reais de colateral para cada um real de crédito. Demonstra-se as condições mediante análises sucintas de sensibilidade das receitas da empresa vis-à-vis variáveis econômicas (taxas de juros, inflação, crescimento do PIB, cotação de moedas etc.). A análise de crédito é um overview que irá compor o plano de negócios.
2)Capacidade: fluxo de caixa e geração de capital.
3)Capital: estruturação de ativos que permitam a geração.
4)Colaterais: ativos reais oferecidos em garantia de capital.
5)Condições: conjunto de circunstâncias que influenciam o negócio (macroeconomia).
Em regra geral para captação, considera-se dois reais de colateral para cada um real de crédito. Demonstra-se as condições mediante análises sucintas de sensibilidade das receitas da empresa vis-à-vis variáveis econômicas (taxas de juros, inflação, crescimento do PIB, cotação de moedas etc.). A análise de crédito é um overview que irá compor o plano de negócios.
Empreendedorismo também se aprende na escola
A Escola Empreendedora, idealizada por Joseph Schumpeter, um dos mais influentes pensadores econômicos do século XX, é o primeiro referencial da doutrina descritiva da estratégia, alicerçada em processos de caráter cognitivo e intuitivo, onde a formulação da estratégia resulta de um processo visionário calcado num líder único, “iluminado” e controlador, que possui visão de empreendedor, ousado, capaz de romper paradigmas e inovar; mas também capaz de tornar a organização totalmente dependente e vulnerável ao seu comportamento, tornando-se excessivamente rígida, pouco criativa e despreparada para enfrentar mudanças. Esta doutrina encontra referenciais também na Escola Cognitiva e do Aprendizado.
No fundo, como destacado pelo Prof., “todo empreendedor é um agente identificado pela doutrina econômica que sobrevive à destruição criativa que move o capitalismo”. A lógica do empreendedorismo, portanto, seria fazer aflorar conhecimentos táticos a partir de conhecimentos estratégicos e o seu ganho em sinergia para a economia.
Esse caráter dinamizador do empreendedorismo enquanto política pública encontra foco no Brasil nos fundos setoriais governamentais, que reúnem recursos para inovação tecnológica e nos bancos de desenvolvimento econômico e social, a exemplo do BNDES e do Bando do Nordeste do Brasil (BNB). Outras entidades de participação pública e privada, como o Sebrae, também têm importante papel no fomento ao empreendedorismo nacional a partir da década de 90.
No fundo, como destacado pelo Prof., “todo empreendedor é um agente identificado pela doutrina econômica que sobrevive à destruição criativa que move o capitalismo”. A lógica do empreendedorismo, portanto, seria fazer aflorar conhecimentos táticos a partir de conhecimentos estratégicos e o seu ganho em sinergia para a economia.
Esse caráter dinamizador do empreendedorismo enquanto política pública encontra foco no Brasil nos fundos setoriais governamentais, que reúnem recursos para inovação tecnológica e nos bancos de desenvolvimento econômico e social, a exemplo do BNDES e do Bando do Nordeste do Brasil (BNB). Outras entidades de participação pública e privada, como o Sebrae, também têm importante papel no fomento ao empreendedorismo nacional a partir da década de 90.
A Escola do Planejamento
A maior contribuição da Escola do Planejamento é a metodologia de Cenários, ferramenta para configurações de futuros prováveis, visando organizar as incertezas em um número limitado de alternativas, orientando a atuação dos decisores. A prospecção de cenários é uma importante contribuição para a estratégia de internacionalização das organizações, pois estabelece as conexões entre o presente e o futuro e a combinação entre as diversas variáveis, em diferentes conjunturas. Porém, não é possível saber com segurança qual será o futuro, morada especial do imprevisto.
E, por essa razão, a maior crítica relativa a esse modelo consiste na inflexibilidade, imprevisibilidade e dificuldade de ação, especialmente para os níveis executores, e diante das contingências e novas premissas que passaram a determinar a história da economia moderna a partir dos Anos 60, época da criação da Escola do Planejamento. A partir daí, o mundo inicia um período conturbado de movimentos políticos, civis e militares, tendo em vista a afirmação dos direitos civis e a formação de grandes blocos regionais, com interesses econômicos e territoriais. Com o fim do padrão ouro, surge a volatilidade de preços, a partir dos choques do petróleo e os conflitos no Oriente Médio, que alteram toda a matriz energética e a lógica econômica mundial. E, desde então, todos os preços da economia estariam livres para flutuar nas incertezas do mercado.
“Foi aberta a 'caixa de pandora' onde estavam guardados todos os males da humanidade e para onde não mais retornariam”.
A contribuição ontológica de cada doutrina, em um encadeamento, consiste no tratamento epistemológico da estratégia descritiva, que encontra ainda representação na Escola do Posicionamento, que tem em Michael Porter, economista de Harvard, um de seus principais expoentes, com o modelo das cinco forças competitivas:
• Ameaça de novos entrantes;
• Poder de barganha dos fornecedores;
• Poder de barganha dos clientes;
• Ameaça de produtos substitutos;
• Rivalidade entre concorrentes.
Pensar neste modelo, porém, é condição básica para a estratégia nos dias de hoje, para a composição da cadeia de valor de uma organização; e, portanto, torna-se limitado no desenvolvimento de novas estratégias, focando a orientação dos resultados excessivamente no plano econômico, em detrimento do político e social.
E, por essa razão, a maior crítica relativa a esse modelo consiste na inflexibilidade, imprevisibilidade e dificuldade de ação, especialmente para os níveis executores, e diante das contingências e novas premissas que passaram a determinar a história da economia moderna a partir dos Anos 60, época da criação da Escola do Planejamento. A partir daí, o mundo inicia um período conturbado de movimentos políticos, civis e militares, tendo em vista a afirmação dos direitos civis e a formação de grandes blocos regionais, com interesses econômicos e territoriais. Com o fim do padrão ouro, surge a volatilidade de preços, a partir dos choques do petróleo e os conflitos no Oriente Médio, que alteram toda a matriz energética e a lógica econômica mundial. E, desde então, todos os preços da economia estariam livres para flutuar nas incertezas do mercado.
“Foi aberta a 'caixa de pandora' onde estavam guardados todos os males da humanidade e para onde não mais retornariam”.
A contribuição ontológica de cada doutrina, em um encadeamento, consiste no tratamento epistemológico da estratégia descritiva, que encontra ainda representação na Escola do Posicionamento, que tem em Michael Porter, economista de Harvard, um de seus principais expoentes, com o modelo das cinco forças competitivas:
• Ameaça de novos entrantes;
• Poder de barganha dos fornecedores;
• Poder de barganha dos clientes;
• Ameaça de produtos substitutos;
• Rivalidade entre concorrentes.
Pensar neste modelo, porém, é condição básica para a estratégia nos dias de hoje, para a composição da cadeia de valor de uma organização; e, portanto, torna-se limitado no desenvolvimento de novas estratégias, focando a orientação dos resultados excessivamente no plano econômico, em detrimento do político e social.
sexta-feira, 17 de julho de 2009
Os mandamentos do empreendedor de sucesso
Prof. José Dornelas
O interesse de toda a sociedade em relação aos pequenos negócios é explicado pelo seu grande significado político e econômico. Político porque micro e pequenas empresas funcionam como fatores de equilíbrio da estrutura empresarial brasileira e coexistem com as grandes empresas. Econômico porque geram grande número de empregos, por isso, contribuem muito na geração de receitas e na produção de bens.
Para se ter uma ideia, das 470 mil empresas registradas pelo Departamento Nacional de Registro do Comércio (DNRC) no Brasil em 1998, 34% foram enquadradas como micro empresas e cerca de 50% eram pequenas e médias. Ou seja, pelo menos 84% desses empreendimentos no país são de pequeno porte.
No entanto, muitos empresários não conseguem manter suas portas abertas por muito tempo. Em 1988, 56.291 empresas foram extintas, 11,4% a mais que no ano anterior. Pesquisas do SEBRAE-SP mostram que cerca de 58% das empresas de pequeno porte abertas em São Paulo não passam do terceiro ano de existência. O que leva tantas empresas à extinção? O que faz com que outras sobrevivam aos trancos e barrancos?
O fracasso pode estar ligado à falta de dinheiro no mercado, escassez de recursos próprios, entre outros motivos. Mas outras causas podem estar nos próprios empreendedores, isto é, a falta de habilidade administrativa, financeira, tecnológica e mercadológica.
A força que empurra o empresário para o sucesso é, sem dúvida, a vontade de enfrentar o desafio de abrir o próprio negócio. Mas somada a essa vontade tem que haver disposição para adquirir conhecimentos e para desenvolver comportamentos adequados a empreendedores bem-sucedidos.
Pesquisas feitas com empresários bem-sucedidos identificaram qualidades especiais comuns a todos eles. Aproveitando essa "receita", montou-se um decálogo do empreendedor de sucesso. Dez itens que revelam a personalidade de homens e mulheres que foram à luta e obtiveram seu lugar no mercado.
1. Assumir riscos
Esta é a primeira e uma das maiores qualidades do verdadeiro empreendedor. Arriscar conscientemente é ter coragem de enfrentar desafios, de tentar um novo empreendimento, de buscar, por si só, os melhores caminhos. É ter autodeterminação. Os riscos fazem parte de qualquer atividade e é preciso aprender a lidar com eles.
2. Identificar oportunidades
Ficar atento e perceber, no momento certo, as oportunidades que o mercado oferece e reunir as condições propícias para a realização de um bom negócio é outra marca importante do empresário bem-sucedido. Ele é um indivíduo curioso e atento a informações, pois sabe que suas chances melhoram quando seu conhecimento aumenta.
3. Conhecimento
Quanto maior o domínio de um empresário sobre um ramo de negócio, maior é sua chance de êxito. Esse conhecimento pode vir da experiência prática, de informações obtidas em publicações especializadas, em centros de ensino, ou mesmo de "dicas" de pessoas que montaram empreendimentos semelhantes.
4. Organização
Ter capacidade de utilizar recursos humanos, materiais financeiros e tecnológicos de forma racional. Resumindo: ter senso de organização. É bom não esquecer que, na maioria das vezes, a desorganização, principalmente no início do empreendimento, compromete seu funcionamento e seu desempenho.
5. Tomar decisões
O sucesso de um empreendimento está relacionado com a capacidade de decidir corretamente. Tomar decisões acertadas é um processo que exige o levantamento de informações, análise fria da situação, avaliação das alternativas e a escolha da solução mais adequada. O verdadeiro empreendedor é capaz de tomar decisões corretas, na hora certa.
6. Liderança
Liderar é saber definir objetivos, orientar tarefas, combinar métodos e procedimentos práticos, estimular as pessoas no rumo das metas traçadas e favorecer relações equilibradas dentro da equipe de trabalho. Dentro e fora da empresa, o homem de negócios faz contatos. Seja com clientes, fornecedores e empregados. Assim, a liderança tem que ser uma qualidade sempre presente.
7. Dinamismo
Um empreendedor de sucesso nunca se acomoda para não perder a capacidade de fazer com que simples ideias se concretizem em negócios efetivos. Manter-se sempre dinâmico e cultivar um certo inconformismo diante da rotina é um de seus lemas preferidos. Determinar seus próprios passos, abrir seus próprios caminhos, ser seu próprio patrão. Enfim, buscar a independência é meta importante na busca do sucesso. O empreendedor deve ser livre e evitar protecionismos que, possam transformar-se em obstáculos aos negócios. Só assim surge a força necessária para fazer valer seus direitos de cidadão-empresário.
8. Otimismo
Esta é uma característica das pessoas que enxergam o sucesso em vez de imaginar o fracasso. Capaz de enfrentar obstáculos, o empresário de sucesso sabe olhar além e acima das dificuldades.
9. Tino empresarial
Muita gente acredita que exista "sexto sentido", intuição, faro empresarial em pessoas bem-sucedidas nos negócios. Na verdade, se o empreendedor reúne a maior parte das características descritas até aqui terá grandes chances de êxito. Quem quer se estabelecer por conta própria no mercado brasileiro e alçar voos mais altos na conquista do mercado externo deve saber que clientes, fornecedores e concorrentes só respeitam aqueles que se mostram à altura do desafio.
FONTE: Seção Artigos - Alguns Mandamentos www.josedornelas.com.br
O interesse de toda a sociedade em relação aos pequenos negócios é explicado pelo seu grande significado político e econômico. Político porque micro e pequenas empresas funcionam como fatores de equilíbrio da estrutura empresarial brasileira e coexistem com as grandes empresas. Econômico porque geram grande número de empregos, por isso, contribuem muito na geração de receitas e na produção de bens.
Para se ter uma ideia, das 470 mil empresas registradas pelo Departamento Nacional de Registro do Comércio (DNRC) no Brasil em 1998, 34% foram enquadradas como micro empresas e cerca de 50% eram pequenas e médias. Ou seja, pelo menos 84% desses empreendimentos no país são de pequeno porte.
No entanto, muitos empresários não conseguem manter suas portas abertas por muito tempo. Em 1988, 56.291 empresas foram extintas, 11,4% a mais que no ano anterior. Pesquisas do SEBRAE-SP mostram que cerca de 58% das empresas de pequeno porte abertas em São Paulo não passam do terceiro ano de existência. O que leva tantas empresas à extinção? O que faz com que outras sobrevivam aos trancos e barrancos?
O fracasso pode estar ligado à falta de dinheiro no mercado, escassez de recursos próprios, entre outros motivos. Mas outras causas podem estar nos próprios empreendedores, isto é, a falta de habilidade administrativa, financeira, tecnológica e mercadológica.
A força que empurra o empresário para o sucesso é, sem dúvida, a vontade de enfrentar o desafio de abrir o próprio negócio. Mas somada a essa vontade tem que haver disposição para adquirir conhecimentos e para desenvolver comportamentos adequados a empreendedores bem-sucedidos.
Pesquisas feitas com empresários bem-sucedidos identificaram qualidades especiais comuns a todos eles. Aproveitando essa "receita", montou-se um decálogo do empreendedor de sucesso. Dez itens que revelam a personalidade de homens e mulheres que foram à luta e obtiveram seu lugar no mercado.
1. Assumir riscos
Esta é a primeira e uma das maiores qualidades do verdadeiro empreendedor. Arriscar conscientemente é ter coragem de enfrentar desafios, de tentar um novo empreendimento, de buscar, por si só, os melhores caminhos. É ter autodeterminação. Os riscos fazem parte de qualquer atividade e é preciso aprender a lidar com eles.
2. Identificar oportunidades
Ficar atento e perceber, no momento certo, as oportunidades que o mercado oferece e reunir as condições propícias para a realização de um bom negócio é outra marca importante do empresário bem-sucedido. Ele é um indivíduo curioso e atento a informações, pois sabe que suas chances melhoram quando seu conhecimento aumenta.
3. Conhecimento
Quanto maior o domínio de um empresário sobre um ramo de negócio, maior é sua chance de êxito. Esse conhecimento pode vir da experiência prática, de informações obtidas em publicações especializadas, em centros de ensino, ou mesmo de "dicas" de pessoas que montaram empreendimentos semelhantes.
4. Organização
Ter capacidade de utilizar recursos humanos, materiais financeiros e tecnológicos de forma racional. Resumindo: ter senso de organização. É bom não esquecer que, na maioria das vezes, a desorganização, principalmente no início do empreendimento, compromete seu funcionamento e seu desempenho.
5. Tomar decisões
O sucesso de um empreendimento está relacionado com a capacidade de decidir corretamente. Tomar decisões acertadas é um processo que exige o levantamento de informações, análise fria da situação, avaliação das alternativas e a escolha da solução mais adequada. O verdadeiro empreendedor é capaz de tomar decisões corretas, na hora certa.
6. Liderança
Liderar é saber definir objetivos, orientar tarefas, combinar métodos e procedimentos práticos, estimular as pessoas no rumo das metas traçadas e favorecer relações equilibradas dentro da equipe de trabalho. Dentro e fora da empresa, o homem de negócios faz contatos. Seja com clientes, fornecedores e empregados. Assim, a liderança tem que ser uma qualidade sempre presente.
7. Dinamismo
Um empreendedor de sucesso nunca se acomoda para não perder a capacidade de fazer com que simples ideias se concretizem em negócios efetivos. Manter-se sempre dinâmico e cultivar um certo inconformismo diante da rotina é um de seus lemas preferidos. Determinar seus próprios passos, abrir seus próprios caminhos, ser seu próprio patrão. Enfim, buscar a independência é meta importante na busca do sucesso. O empreendedor deve ser livre e evitar protecionismos que, possam transformar-se em obstáculos aos negócios. Só assim surge a força necessária para fazer valer seus direitos de cidadão-empresário.
8. Otimismo
Esta é uma característica das pessoas que enxergam o sucesso em vez de imaginar o fracasso. Capaz de enfrentar obstáculos, o empresário de sucesso sabe olhar além e acima das dificuldades.
9. Tino empresarial
Muita gente acredita que exista "sexto sentido", intuição, faro empresarial em pessoas bem-sucedidas nos negócios. Na verdade, se o empreendedor reúne a maior parte das características descritas até aqui terá grandes chances de êxito. Quem quer se estabelecer por conta própria no mercado brasileiro e alçar voos mais altos na conquista do mercado externo deve saber que clientes, fornecedores e concorrentes só respeitam aqueles que se mostram à altura do desafio.
FONTE: Seção Artigos - Alguns Mandamentos www.josedornelas.com.br
sexta-feira, 10 de julho de 2009
O padrão ouro

O padrão-ouro foi o sistema monetário cuja primeira fase vigorou desde o século XIX (1880) até a Primeira Guerra Mundial (1914). A teoria pioneira do padrão-ouro, chamada de teoria quantitativa da moeda, foi elaborada por David Hume em 1752, sob o nome de “modelo de fluxo de moedas metálicas” e destacava as relações entre moeda e níveis de preço (base de fenômenos da inflação e deflação).
Cada banco era obrigado a converter as notas bancárias por ele emitida em ouro (ou prata), sempre que solicitado pelo cliente. A introdução de notas bancárias sem esse lastro, causou escândalos na França. Com o padrão-ouro, utilizado principalmente pela Inglaterra, o sistema conseguiu estabilidade e permaneceu até o término da I Guerra Mundial. Em alguns paises periféricos, o sistema não foi adotado por se achar que a presença desses países e seus problemas de financiamento, desestabilizariam o sistema. Dessa forma, a circulação de papéis-moeda foi feita pelo chamado sistema de "curso forçado". No Brasil, o sistema foi adotado imperfeitamente, durante o Segundo Reinado e no início da República Velha ( Governo Campos Salles )
Durante a Primeira Guerra Mundial, a maioria dos países abandonou o padrão-ouro, principalmente devido às expansões monetárias e fiscais realizadas por eles durante a guerra, as quais desequilibraram enormemente o comércio internacional.
Em uma segunda fase, o sistema consistia, basicamente, na adoção, por parte das instituições financeiras de cada país que aderisse ao arranjo, de um preço fixo de sua moeda em relação ao ouro, e da conversabilidade ouro ao dólar. Desse modo, as autoridades deveriam exigir dos bancos e demais instituições monetárias que negociassem seus passivos respeitando esse preço fixo em relação ao ouro, como forma de estabilizar a economia.
Em termos internacionais, o padrão-ouro significou a adoção de um regime cambial fixo por parte de praticamente todos os grandes países comerciais de sua época. Cada país se comprometeu em fixar o valor de sua moeda em relação a uma quantidade específica de ouro, e a realizar políticas monetárias, de compra e venda de ouro, de modo a preservar tal paridade definida.
Operando no regime de padrão-ouro, o banco central de cada país mantém grande parte de seus ativos de reserva internacional sob a forma de ouro. As diferenças entre as reservas de ouro sob a propriedade de cada país refletia, portanto, as suas necessidades comerciais. Pois, nesse padrão, os fluxos de ouro financiavam os desequilíbrios nas balanças de pagamentos de cada país. Se um país fosse deficitário em sua balança de pagamentos, isto é, se a soma de bens e serviços importados do exterior fosse superior à soma de bens e serviços exportados ao mesmo, o país deveria corrigir o déficit exportando ouro. Os países superavitários, por sua vez, tornavam-se importadores de ouro.
As “regras do jogo” prevalecentes no sistema de padrão-ouro eram simples: a quantidade de reservas de ouro do país determinava, portanto, a sua oferta monetária. Se um país fosse superavitário em sua balança de pagamentos, deveria importar ouro dos países deficitários. Isso elevaria sua oferta interna de moeda, levando a uma expansão da base monetária, o que provocaria um aumento de preços que, no final das contas, tiraria competitividade de seus produtos nos mercados internacionais, freando assim, novos superávits. Já se o país fosse deficitário na balança comercial, exportaria ouro, sofreria contração monetária, seus preços internos baixariam e, no final das contas, aumentaria a competitividade de seus produtos no exterior.
Em resumo, o padrão-ouro visava uma situação de equilíbrio na economia internacional de modo que cada país mantivesse uma base monetária consistente com a paridade cambial, mantendo assim uma balança comercial equilibrada.
A segunda fase do padrão-ouro, o padrão ouro-dólar, que se baseava no acordo de Bretton Woods, terminou quando os EUA abandonaram o acordado no início dos anos 70, por causa das necessidades de financiamento crescentes causadas pela Guerra do Vietnã. Nesse período o padrão-ouro-dólar também não pode ser seguido pelo Brasil e outros países similares, que adotaram formas de cunho forçado e alternativas como crawling peg, etc.
Terminologia do padrão ouro:
* gold-stand(br.: padrão-espécie): modalidade de conversão de papel-moeda em ouro amoedado;
* bullion-standard(br.: padrão-barra): a conversão é para ouro em barra.
* gold-exchange standard (br.:padrão-de-câmbio-ouro ou padrão-divisas):conversão em divisas para o comércio internacional.
FONTE: WIKIPÉDIA - www.pt.wikipedia.org
quinta-feira, 9 de julho de 2009
Clausewitz e a primeira teoria sobre estratégia
Carl Phillip Gottlieb von Clausewitz (Burg, 1 de junho de 1780 — Breslau, 16 de novembro de 1831) foi um militar da Prússia (hoje parte da Alemanha). Ocupou o posto de general e é considerado um grande estrategista militar e teórico da guerra. Atualmente, suas teorias foram adaptadas, por alguns autores, para o planejamento estratégico de empresas.
Foi diretor da Escola Militar de Berlim nos últimos treze anos de sua vida, período em que escreveu a obra Vom Kriege (Da Guerra). Esse livro foi escrito, em sua maior parte, após as Guerras Napoleônicas (entre 1816 e 1830) e publicado post-mortem, em 1832.
Na verdade, "Da Guerra" é uma obra incompleta. Clausewitz se propôs a revisar os manuscritos em 1827, mas não viveu o bastante para terminar de fazê-lo. Sua esposa compilou toda a obra, porém os dois últimos capítulos nunca foram finalizados.Ficou conhecida a frase em que ele define a associação entre guerra e política: “A guerra é a continuação da política por outros meios”.
O general considerava fundamental que a Guerra estivesse sempre submetida à Política. Nenhuma guerra poderia ser vencida sem a compreensão precisa dos objetivos¸ da disposição de meios e sem o cálculo racional das capacidades e das oportunidades. Deveriam ser estabelecidos os limites éticos ao uso da força, sempre submetida aos objetivos políticos estabelecidos.
Considerado um grande mestre da arte da guerra, suas lições de tática e estratégia vão além dos exercícios militares propriamente ditos. Suas idéias constituem uma profunda reflexão sobre a filosofia da guerra e da paz. Suas observações éticas são válidas para a formação militar até os dias atuais. Clausewitz pregava que a destruição física do inimigo deixava de ser ética, quando ele pudesse ser desarmado em vez de morto.
FONTE: WIKIPÉDIA - www.pt.wikipedia.org
Foi diretor da Escola Militar de Berlim nos últimos treze anos de sua vida, período em que escreveu a obra Vom Kriege (Da Guerra). Esse livro foi escrito, em sua maior parte, após as Guerras Napoleônicas (entre 1816 e 1830) e publicado post-mortem, em 1832.
Na verdade, "Da Guerra" é uma obra incompleta. Clausewitz se propôs a revisar os manuscritos em 1827, mas não viveu o bastante para terminar de fazê-lo. Sua esposa compilou toda a obra, porém os dois últimos capítulos nunca foram finalizados.Ficou conhecida a frase em que ele define a associação entre guerra e política: “A guerra é a continuação da política por outros meios”.
O general considerava fundamental que a Guerra estivesse sempre submetida à Política. Nenhuma guerra poderia ser vencida sem a compreensão precisa dos objetivos¸ da disposição de meios e sem o cálculo racional das capacidades e das oportunidades. Deveriam ser estabelecidos os limites éticos ao uso da força, sempre submetida aos objetivos políticos estabelecidos.
Considerado um grande mestre da arte da guerra, suas lições de tática e estratégia vão além dos exercícios militares propriamente ditos. Suas idéias constituem uma profunda reflexão sobre a filosofia da guerra e da paz. Suas observações éticas são válidas para a formação militar até os dias atuais. Clausewitz pregava que a destruição física do inimigo deixava de ser ética, quando ele pudesse ser desarmado em vez de morto.
FONTE: WIKIPÉDIA - www.pt.wikipedia.org
sexta-feira, 3 de julho de 2009
A estratégia e seus diferentes atores
Este primeiro encontro da disciplina encerrou-se com um breve apanhado sobre o conceito de stakeholders (partes interessadas) e sua importância na definição dos planos de negócios e sustentabilidade dos modelos de governança corporativa.
Os planos de negócios fornecem informações aos stakeholders (sócios, acionistas, clientes, colaboradores, fornecedores, governo e sociedade) acerca da viabilidade dos investimentos de uma empresa e permitem a captação de novos recursos, o aumento de capital (equity) e a prospecção de novas oportunidades de mercado.
Os stakeholders podem ainda subdividir-se entre shareholders, que compreendem: stockholders (sócios e acionistas); deptholders (agentes financeiros de crédito) e debtholders (credores).
A fim de administrar os conflitos de interesses, controlar o grau de interdependência entre as variáveis críticas e ampliar o relacionamento entre as partes, as organizações, especialmente as de capital aberto, investem cada vez mais em modelos de governança corporativa.
Os quatro pilares da Governança Corporativa:
► Accountability (prestação de contas e responsabilidade);
► Compliance (aderência integral às leis);
► Disclosure(transparência);
► Fairness (senso de justiça).
Os planos de negócios fornecem informações aos stakeholders (sócios, acionistas, clientes, colaboradores, fornecedores, governo e sociedade) acerca da viabilidade dos investimentos de uma empresa e permitem a captação de novos recursos, o aumento de capital (equity) e a prospecção de novas oportunidades de mercado.
Os stakeholders podem ainda subdividir-se entre shareholders, que compreendem: stockholders (sócios e acionistas); deptholders (agentes financeiros de crédito) e debtholders (credores).
A fim de administrar os conflitos de interesses, controlar o grau de interdependência entre as variáveis críticas e ampliar o relacionamento entre as partes, as organizações, especialmente as de capital aberto, investem cada vez mais em modelos de governança corporativa.
Os quatro pilares da Governança Corporativa:
► Accountability (prestação de contas e responsabilidade);
► Compliance (aderência integral às leis);
► Disclosure(transparência);
► Fairness (senso de justiça).
A Escola do Design e o “despertar de Napoleão”.
Esta vertente define a estratégia como um processo deliberado de concepção. Tem forte similaridade com as táticas militares, a partir da melhor combinação entre estratégia e o uso das armas. Nesse caso, como ilustrou o professor, o grande arquiteto da guerra, Napoleão, teve seus exércitos derrubados pelo duque de Wellington por causa de simples sacos de pregos. Isso mostra que um bom estrategista não prescinde de ser um bom tático, porém nem todo bom tático será um bom estrategista.
Nas organizações, o bom estrategista busca compreender o estado da natureza e articular os aspectos sob controle (pontos fortes e fracos) e fora de controle (oportunidades e ameaças)- Análise S.W.O.T. Ele sabe que é necessário mitigar os riscos e ampliar as ações de melhoria na trajetória para alcance dos objetivos.
Como crítica a esta escola, destaca-se o princípio do centralismo e da inércia decisória, que condena ao fracasso. Além disso, a separação entre o pensamento estratégico e a execução das ações que cria uma visão mecanicista da realidade.
Nas organizações, o bom estrategista busca compreender o estado da natureza e articular os aspectos sob controle (pontos fortes e fracos) e fora de controle (oportunidades e ameaças)- Análise S.W.O.T. Ele sabe que é necessário mitigar os riscos e ampliar as ações de melhoria na trajetória para alcance dos objetivos.
Como crítica a esta escola, destaca-se o princípio do centralismo e da inércia decisória, que condena ao fracasso. Além disso, a separação entre o pensamento estratégico e a execução das ações que cria uma visão mecanicista da realidade.
A estratégia como forma de ver o mundo
“A estratégia é um conceito multifacetado. Não há receita de bolo com base doutrinária”. Assim o Prof. Cova iniciou o seu diálogo com a turma, apresentando os “5 Ps” das definições de estratégica, segundo Henry Mintzberg, em sua obra “Safári de Estratégia”. O autor reúne as dez maiores escolas de pensamento acerca do tema e passa a uma breve explanação sobre cada modelo:
A estratégica como Plan (plano) – Nesta vertente enquadram-se, entre outras, a Escola do Planejamento e a Escola do Design, que consideram os aspectos ontológicos do conhecimento, a partir da análise de ferramentas e variáveis críticas (ex.: análise SOWT), que correlacionam as oportunidades, ameaças, pontos fracos e fortes de uma organização.
A estratégica como Pattern (padrão) – Neste modelo enquadra-se a Escola do Poder. Traduz estratégias formuladas a partir de um processo político, do jogo de poder entre as forças, os atores internos e externos, e da adaptação evolutiva ao ambiente empresarial.
Estratégia como Position (posição) – Reflete a doutrina de Michael Porter sobre o posicionamento no ambiente e as estratégias genéricas que determinam fatias de mercado. Nesta vertente encontra-se a Escola do Posicionamento.
Estratégia como Perpective (perspectiva) – Abrange a Escola Empreendedora e a Escola do Conhecimento. Estabelece modos próprios de construção de estratégias a partir de modelos mentais e filtros cognitivos que projetam a visão coletiva de uma empresa sobre a realidade.
Estratégia como Ploy (artimanha) – Traduz-se na própria história dos enfrentamentos humanos, que, em um maior nível de sofisticação, foi absorvida pelos processos de gestão. É a estratégica com finta, manobra, onde estão em jogo todas as armas que uma empresa detém para sobreviver. Inclui-se neste modelo a Escola Ambiental.
A estratégica como Plan (plano) – Nesta vertente enquadram-se, entre outras, a Escola do Planejamento e a Escola do Design, que consideram os aspectos ontológicos do conhecimento, a partir da análise de ferramentas e variáveis críticas (ex.: análise SOWT), que correlacionam as oportunidades, ameaças, pontos fracos e fortes de uma organização.
A estratégica como Pattern (padrão) – Neste modelo enquadra-se a Escola do Poder. Traduz estratégias formuladas a partir de um processo político, do jogo de poder entre as forças, os atores internos e externos, e da adaptação evolutiva ao ambiente empresarial.
Estratégia como Position (posição) – Reflete a doutrina de Michael Porter sobre o posicionamento no ambiente e as estratégias genéricas que determinam fatias de mercado. Nesta vertente encontra-se a Escola do Posicionamento.
Estratégia como Perpective (perspectiva) – Abrange a Escola Empreendedora e a Escola do Conhecimento. Estabelece modos próprios de construção de estratégias a partir de modelos mentais e filtros cognitivos que projetam a visão coletiva de uma empresa sobre a realidade.
Estratégia como Ploy (artimanha) – Traduz-se na própria história dos enfrentamentos humanos, que, em um maior nível de sofisticação, foi absorvida pelos processos de gestão. É a estratégica com finta, manobra, onde estão em jogo todas as armas que uma empresa detém para sobreviver. Inclui-se neste modelo a Escola Ambiental.
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